
Sinto uma dor dilacerante na alma,
Uma angustia que teima em permanecer.
Pago caro o preço de contrariar a minha existência....
Se não fosse esta vontade de não ser só mais uma brisa da tarde,
Leve e insignificante...
E agarro-me à réstea de vida que teima em me empurrar,
que me dá forças para continuar.
Devo-lhe ainda o que me sobra de vontade de cá estar
De outra forma, desaparecia.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
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